Aniversário do PARNASO DE ALÉM TÚMULO
6 de julho de 1932. Naquela quarta-feira há 91 anos, a Federação Espírita Brasileira publicava uma obra que causaria alvoroço. Escrita por um rapaz de apenas 22 anos de idade, oriundo do interior de Minas Gerais, Parnaso de além-túmulo trazia poemas assinados por grandes nomes da língua portuguesa. Generosamente abriam-se as portas para o grande médium de Pedro Leopoldo.
Legítimo marco na história da Humanidade, hoje reúne mais de 200 textos ditados por 56 poetas brasileiros e portugueses. Mais do que uma primorosa obra, Parnaso de além-túmulo marca o início da jornada de Francisco Cândido Xavier como instrumento de Jesus na Terra.
Um dos muitos intelectuais impactados pelo livro foi o conhecido cronista Humberto de Campos. Anos mais tarde, já desencarnado, ele diria à sua mãe, na obra Crônicas de além-túmulo, seu primeiro pela psicografia de Chico Xavier, em 1937:
“A mão que me serve de porta-caneta é a mão cansada de um homem paupérrimo, que trabalhou o dia inteiro buscando o pão amargo e cotidiano dos que lutam e sofrem. […] O telhado sem forro deixa passar a ventania lamentosa da noite e desse remanso humilde, no qual a pobreza se esconde exausta e desalentada, eu te escrevo sem insônias e sem fadigas, para contar-te que ainda estou vivendo para amar e querer a mais nobre das mães.”
Era a realidade daquelas mãos simples e amorosas que psicografariam mais de 400 livros e inúmeras cartas que instruíram e consolaram multidões de corações aflitos e de mentes sedentas de luz.
Imagem e texto extraídos do site da FEB: https://www.febnet.org.br/portal/2021/07/06/91231/
(apenas atualizamos para 91 anos)
E, em 2022, o EAC - ENCONTRO ANUAL CAIRBAR SCHUTEL, teve como tema central exatamente os 90 anos da obra, naquele ano. O evento ocorreu em setembro e você pode ver a transmissão completa transmitida clicando na playlilst abaixo:
Playlist com todos os vídeos:
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