Sofrimentos, resignação, aceitação e a liberdade de escolha
Sofrimentos. Como evitá-los? – Orson Peter Carrara
A resposta foi dada por Chico Xavier à pergunta,
durante entrevista. A indagação, inclusive, refere-se
a situações de intenso sofrimento.
A resposta veio de forma consoladora:
“Aceitação sem inércia no trabalho de renovação íntima,
é o que a Espiritualidade nos ensina. Temos aprendido que
o livre-arbítrio é absoluto em nossas escolhas mentais,
fazendo-se relativo quando os nossos pensamentos
tomam forma, compelindo-nos a sentir os princípios de
causa e efeito. É por isso que liberdade de escolha e destino
coexistem na vida (...)”.
Peço ao leitor reler o parágrafo acima e deter-se especialmente
na última linha, na expressão perfeitamente conectada entre
escolha e destino. Nossas ações definem nossa vida.
Prossegue o médium com clareza:
“(...) Todos os dias na existência humana, podemos criar causas
ou enfrentá-las. (...) podemos modificar nossa vida, para melhor,
aceitando o que já fizemos de nós em outras existências
(ou nesta existência mesmo, e procurando melhorar-nos sempre.
Um irmão reeducando em qualquer instituto penal, na própria
cela em que se vê segredado, conseguirá, se quiser, entrar em novo
campo de aceitação do que fez de si mesmo e,
agindo com humildade e compreensão, no trabalho de recuperação
e liberdade, começará conquistando o respeito e a simpatia dos
próprios guardas que o acompanham, candidatando-se ao livramento
condicional e até mesmo à definitiva libertação.”
Note que o raciocínio não é exclusivo para presos, pois pode ser
aplicado a qualquer situação de constrangimento ou aflição, evitando
sofrimentos.
Vale pensar na orientação contida no livro Chico Xavier, Diálogos e
Mensagens, edição IDE.
A questão é sempre de escolhas.
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